sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Treinamento Funcional – O que ele prega?

Quando o assunto é a prática de exercícios físicos para a modelagem do corpo o que não falta é opção de modalidade. Enumeramos aqui as lutas – muay thay a principal delas -, as danças sobretudo a Zumba, os exercícios aeróbicos - como as caminhadas e corridas -, a musculação, e o treinamento funcional. Este último ganhou um espaço significativo nas academias e é sobre ele que vamos falar hoje.

No Funcional o aluno é treinado a tornar seu corpo mais ativo, e a base para isso é fazer processos simples como puxar, empurrar, levantar, arremessar, correr, saltar, mas, tudo isso de forma correta, com posições eficientes, e numa frequência constante. É um treinamento que serve para estimular o corpo a fazer o que ele foi originalmente destinado a realizar.

A sistemática do treino funcional tem como base as características de quem o pratica. Na hora de uma avaliação – profissional -, as informações repassadas é que faz a eficiência da série proposta. São levados em conta fatores como o objetivo do praticante/iniciante, as necessidades e o potencial de movimento. Avaliando onde ele quer chegar, suas limitações e o que é necessário para se percorrer o caminho até o objetivo final, é que o profissional físico conseguirá identificar o melhor treinamento para alavancar os resultados dos clientes.

Em uma série de treinamento funcional diferentes são as habilidades trabalhadas. Força, equilíbrio e flexibilidade podem ser estimuladas em um único exercício.  O fortalecimento muscular, por exemplo, é o fator que mais tem “chamado” pessoas para esta modalidade. Se comparado a musculação, o funcional tem um potencial maior em ativar as fibras musculares e estabilizadoras. Os exercícios praticados nas sessões deixam o corpo definido e tonificado de forma uniforme.

Assim como em qualquer outra modalidade de exercícios físicos, o funcional não faz milagres! Toda atividade, e não é diferente com esse tipo de treinamento, é realizado de forma progressiva, individualizada e específica. Em outras palavras, o respeito dos limites individuais deve ser peça chave para a montagem de série. Não se pode chegar decepcionado de um treinamento inicial só porque achou que ele não foi pesado demais. Os limites individuais são testados para que os exercícios sejam feitos com segurança, preservando – sobre tudo -, a saúde de quem pratica. Conforme há a apresentação de resistência, e habilidade, os treinos são modificados. As etapas de modificação de treino são realizadas de acordo com esses avanços, e respeitando cada fase é que os resultados – saudáveis -, irão aparecer.


O verão está chegando, e se treinamento funcional for uma de suas opções para modelar seu corpo, comece hoje mesmo. Como diz aquela velha frase conhecida nesse meio: Não há sucesso sem esforço!

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