sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Alongar antes ou depois de fazer os exercícios? Tire suas dúvidas




Melhora de flexibilidade, prevenção a lesões e aumento do desempenho. Esses são alguns dos benefícios de quem sabe desenvolver um plano de alongamento.

Várias são as opiniões acerca do alongamento. Será que ele deve ser feito antes ou depois do treino? A grande verdade é que o alongamento é fundamental, e ajuda o atleta de diversas maneiras, seja para aumento de flexibilidade até a melhora no desempenho. Vamos então há algumas dicas básicas sobre o alongamento.

Alongamento na prevenção de lesões

O alongamento não vai evitar lesões, como apontam muitos estudos. O que ele faz é aumentar a flexibilidade em longo prazo. Isso faz com que as pessoas executem movimentos de forma mais fácil e intensa. Assim, as lesões diminuem consideravelmente, mediante um processo natural de condicionamento.


Quando alongar?

O alongamento deve ser feito antes do exercício. Quando é realizado depois, pode agravar microtraumas que são adquiridos durante a atividade física. O recomendado é que o alongamento seja uma prática regular que anteceda a ação, ou seja, venha antes da prática dos exercícios.

Duração do alongamento

A duração dos movimentos do alongamento varia de acordo com os atletas, sejam profissionais ou não. Em média, os tempos são fixados de 15 a 45 segundos.
É preciso também pensar o alongamento de acordo com o grupo muscular. O legal é alongar todo o corpo e todos os grupos, consequentemente. Às vezes, o atleta pensa:
_ Vou movimentar apenas os braços, então, só alongo os braços.
O que as pessoas não sabem é que movimentam o corpo todo em alguns exercícios. Por isso, o alongamento completo é sempre o mais indicado.


As vezes, o alongamento pode ser dolorido ou desconfortável, mas para um sedentário, a corrida também é sinônimo de dor. A medida que o condicionamento vem, a atividade passa a ser prazerosa. Por isso, comece desde já a alongar, para que no futuro, seus movimentos sejam mais intensos e fáceis de serem realizados.

A fonte de informação desse texto é Turibio Barros, mestre e doutos em Fisiologia do Exercício. 


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